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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Não vou, não fico... sufoco

Cai uma...
Cai outra...

Em menos de um minuto começa a tempestade,
As lágrimas sucedem
Os soluços começam
Lentamente os berros emergem
E assim faz chover uma pessoa...

Lágrimas que não param
Lágrimas que não me largam
Lágrimas que me sufocam
Que desesperam com o meu ser!

Oh quem me dera!
Quem me dera conseguir sorrir
Não desanimar a cada derrota
Não fraquejar no meio do caminho
Não invejar as outras conquistas!

Oh quem me dera!
Quem me dera que parasse de chover,
Ver o sol lá fora e correr,
Correr para o meu sonho
Saber como alcança-lo
E tempestades deixar de fazer...

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Porquês, sem porque

Porque ainda acordo angústiada,
Quando sonho contigo?

Porque ainda me sinto nervosa,
Quando passas por mim?

Porque é que ainda me sinto enciumada,
Quando falas com ela?

Se me eliminas-te da tua vida...
Porque não te consigo tirar de meu coração?

Se me esqueces-te numa rua perdida....
Porque suspiro ao ver-te na multidão?

Se não me queres de volta...
Porque é que a minha alma deprime?

Não entendo...
Como ainda mexes comigo

Não entendo...
Como ainda sinto por ti

Se tu já te esqueces-te de mim...

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Sem título mas com tristeza

Trevas da noite
Que vos apoderais de minha alma,
Largai meu corpo
E devolvei-me a alegria...

Escuridão da trsiteza
Desfaz-te da minha alma,
Deixa-me respirar e voltar a ver a cor...

Não quero verter
o néctar da tristeza,
Não quero sentir
o sal no meu rosto,
Não quero inchar
meus olhos,
Nem muito menos
pintá-los de vermelho de terror...

Porque o amor
Não tem que ser dor...

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Ensina-me...

À medida que vou lendo

Vou-me deixando levar...

Por tuas palavras

Por aquilo de que estás a falar.

Absorvo cada palavra tua

Como cada gota de água

E deixando a minha alma nua

Perco-me a pensar.

Ó nobre visão minha

Ó poeta desesperado

Que sabes o que é ser amado.

Vem, ensina-me a escrever

Ensina-me a viver de tuas palavras

Que de tanto as escreveres estão usadas...




6-11-07

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Não sei...

De mãos abertas

E coração vazio...

Em ruas dispersas

De lágrimas a fio...

Nas brumas da memória

E nos escongros da tristeza

Passei sem certeza

E pedindo glória

Vi-te ir embora...

Não sei porque espero

E na espera desepero.

Talvez por sinto

E nisso não minto...

Já passei pelos vales,

Ruas, e sítos

Que nos ficaram na lembrança.

Fazendo-me,

Ora ganhar

Ora perder a esperança...

Vem,

Ainda agora o sol apareceu.

Vem,

Que o amor não se perdeu.

Vem,

Ficar com o que é teu!




7-02-08

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Palavras

Não há palavras

Acabaram…

Acabaram como se acaba tudo

Acabaram porque magoam

Acabaram porque não vou sofrer…

Sem palavras consigo esquecer-te

Sem palavras serei feliz

Porque não te chamarei à noite

Porque não te direi “gosto de ti”

Porque não falarei em ti…

E, muito menos, lembrarei…

…dos doces momentos de diversão

…animação…

Nas minhas noites de solidão...

Sê feliz

Parte

E deixa que minhas palavras cessem

Como uma sina

Que me impede de escrever…

Para te esquecer

As palavras

Acabaram

Só podem ter acabado

Pois morreram com os dias imprecisos

Dos nossos sorrisos…

Agora,

Elas fugiram para a recordação

De um doce dia de Verão…


16/ 08/ 07

sábado, 22 de março de 2008

Desabafos despertos

Um poema inacabado,

Um sonho molhado,

Uma porta fechada,

Um segredo encerrado.

Um sonho perdido

Numa rua trilhada…

Um adeus se despediu

Um amor que se extinguiu

Um coração que fugiu

E outro que partiu…

Nos cacos espalhados

Dos amores despedaçados

Sobrevive a chama

Deixada em minha cama…

Não há retorno

Não sei

É esta a lei

Não há sinais em ti

Não há marés

Que me levem ao que já vivi

Não há esperança

Não há quadros brilhantes

De sonhos latejantes

E promessas de voltar a ser amantes…

4/02/08

quinta-feira, 20 de março de 2008

Saudade

Tenho saudades,

De quando falávamos até às tantas.

Tenho saudades,

Da tua voz.

Tenho saudades,

De adormecer depois de uma hora de bacurada.

Enfim,

Tenho saudades,

De sentir presença na tua ausência.

Agora,

Na tua ausência,

Apenas saudade

E no teu rosto,

Aguardo felicidade..

E sem pensar nos porquês e nas confusões,

Já não tenho confissões.

Apenas a ciência de que para que sejas feliz

Eu tenha que ter estas saudades…

Se assim é,

Deixa-as crescer em mim,

Pois elas podem ser a resposta aos porquês,

Às escolhas…

Enfim,

À tua alegria…

E se assim o é…

Deixa-me ficar no devaneio da tua felicidade,

Minha eterna e doce saudade…

terça-feira, 18 de março de 2008

O que não te escrevi a ti...

Hei-de escrever ao vento

O que não te escrevi a ti…

Hei-de ficar ao relento

Porque me dei a ti…

Ouço ao longe vozes

Vozes que me alegram o coração

Pois entre elas está a tua

Hei-de escrever ao vento

O que não escrevi a ti…

Hei-de ficar aqui

Porque te sinto perto de mim

Esta música não a conheço

Mas faz-me sorrir

Está dentro de ti

Hei-de escrever ao vento

O que não te escrevi a ti

É este o meu alento

É este o meu sustento

Por ti…

Que estás longe de mim

Hei-de escrever ao vento

O que não escrevi a ti…

Algo sem jeito

Pobre em rima

Rico em sentimento

Hei-de escrever ao vento

O que não escrevi a ti…

Meu coração ao ver-te ao longe

Sorri…

Minha saudade acalma

Só por te sentir aqui

Hei-de escrever ao vento

O que não te escrevi a ti

E sozinha nesta minha sina

Hei-de ficar a pensar em ti…


sábado, 15 de março de 2008

Um desligar

Abriu-se em nós uma distância

Uma distância fatal

Não geográfica

Mas sim espiritual…

O teu sorriso já não floresce

Quando a meio da tarde te ligo.

O meu telemóvel passa horas sem tocar

E eu perco-me a pensar:

“Será que ainda sentes?

Será que te arrependes?

Será minha impressão?

Será apenas falta de tempo?”

Outrora o meu telemóvel não parava

Eu às vezes até desesperava

Por nada conseguir fazer…

Agora,

Espero, desespero, suspiro

…e tento esquecer…

Que há de mal?

Que há em nós que eu não posso mudar?

Tenho esse poder

E quero saber utilizar…

Gosto demais de ti,

Não quero entrar na monotonia

Não quero estragar esta alegria

Devolvam-me a nossa sintonia…

Ainda me lembro das belas mensagens que me mandavas

Da maneira como te derretias quando te enchia de coisas bonitas…

Agora nem as minhas mensagens guardas,

E o meu amor apagas

Como se fosse só de horas vagas…

Que se passa contigo?

Ainda suspiras por ela?

Ou afinal eu não sou amor

Sou mera ilusão?

Porque é que isto me parece um fim?

Quando quero que continue…

Porque é que cada vez mais vais para longe de mim?

Quando quero que te aproximes…

Diz-me só que não estás aqui por pena…

2-04-07