Apareceres de repente
E tudo levas
A mente, a concentração
Provocas em mim um furacão...
E secretamente
Acendes o desejo em meu coração
Não sei o que é
De onde vem, para onde vai
Apenas que já não sou eu...
Fico leve como o ar
Histérica como uma miúda
Mas com desejos de graúda...
Quero abraçar-te e não sair dali
Prender-te no meu mundo
Despir-te num segundo
Fundir-me em ti!
Desejo-te e não te conto
Quero-te mas escondo
Olho-te quando no fundo quero dar-te um beijo...
quarta-feira, 19 de junho de 2013
terça-feira, 11 de junho de 2013
Aquela pessoa estranha
Entrou e falou do tempo,
Uma banalidade como tantas outras...
Odiava o silêncio e os momentos desconfortáveis
Tinha uma maneira engraçada de se aproximar
Mas ele nunca ficava
E de pessoa em pessoa saltitava...
Era uma pessoa linda
Todos gostavam da sua presença
Delicada e cheia de alegria
Mas nunca se dava a ninguém
Mantia a sua distância
Como um estudo...
As suas palavras eram breves
Pragmáticas
Verdadeiros momentos estranhos
Nunca deixava a conversa morrer
Parecia o silêncio temer...
Sempre a olhar para o relógio
Explicou educadamente o que se seguia
Levantou-se e despediu-se
Mais um momento de tensão...
As despedidas deixavam-na desconfortável
Ela odiava dizer "adeus"
E ele adorava fugir
Mas vai-se lá saber porquê
Ela simpatizou com ele...
Uma banalidade como tantas outras...
Odiava o silêncio e os momentos desconfortáveis
Tinha uma maneira engraçada de se aproximar
Mas ele nunca ficava
E de pessoa em pessoa saltitava...
Era uma pessoa linda
Todos gostavam da sua presença
Delicada e cheia de alegria
Mas nunca se dava a ninguém
Mantia a sua distância
Como um estudo...
As suas palavras eram breves
Pragmáticas
Verdadeiros momentos estranhos
Nunca deixava a conversa morrer
Parecia o silêncio temer...
Sempre a olhar para o relógio
Explicou educadamente o que se seguia
Levantou-se e despediu-se
Mais um momento de tensão...
As despedidas deixavam-na desconfortável
Ela odiava dizer "adeus"
E ele adorava fugir
Mas vai-se lá saber porquê
Ela simpatizou com ele...
segunda-feira, 10 de junho de 2013
O poema dela
Pouco falta para meio do dia
Ela acende o cigarro
Pára por alguns segundos
"É o primeiro de hoje"
Diz enquanto olha para o infinito...
Na realidade ela é um espirito livre
Quem a vê não a associa
A uma casa, uma família, uma vida
Para além dos académicos e intelectuais
Hobbies...
Sei que ela quer falar,
Quando fica assim parada
Dá para ler nos seus olhos
Ela quer falar
Mas o mistério que a envolve
E as interrogações
Deixam-na perdida no nada...
"Estou a ficar com moca do cigarro"
E sorri...
Sorri para esconder a noite mal dormida
E a busca por respostas.
Procuro palavras para dizer
Não quero invadir o seu espaço
Faço conversa fiada...
Mesmo sabendo que ela vai ficar ali parada,
Dizer meias palavras sobre o que a sobressalta
E omitir aquilo de que sente falta...
O cinzeiro fica meio cheio,
Ou meio vazio!
É hora de ir embora,
Ela volta para o seu mundo com um sorriso
E eu fico a pensar
Será que era só isto que ela queria falar?
Ela acende o cigarro
Pára por alguns segundos
"É o primeiro de hoje"
Diz enquanto olha para o infinito...
Na realidade ela é um espirito livre
Quem a vê não a associa
A uma casa, uma família, uma vida
Para além dos académicos e intelectuais
Hobbies...
Sei que ela quer falar,
Quando fica assim parada
Dá para ler nos seus olhos
Ela quer falar
Mas o mistério que a envolve
E as interrogações
Deixam-na perdida no nada...
"Estou a ficar com moca do cigarro"
E sorri...
Sorri para esconder a noite mal dormida
E a busca por respostas.
Procuro palavras para dizer
Não quero invadir o seu espaço
Faço conversa fiada...
Mesmo sabendo que ela vai ficar ali parada,
Dizer meias palavras sobre o que a sobressalta
E omitir aquilo de que sente falta...
O cinzeiro fica meio cheio,
Ou meio vazio!
É hora de ir embora,
Ela volta para o seu mundo com um sorriso
E eu fico a pensar
Será que era só isto que ela queria falar?
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Encantos e Recantos
Olho-te
Mas não te vejo
Procuro-te
Mas desapareces
Espero-te
Mas não vens
Fiquei perdida no teu encanto
O meu mundo parou
Quando o nosso olhar se tocou
Mas nao me vês no meu recanto
Desejo-te
Mas não sonhas
Quero-te
Mas não te digo
Toco-te
Mas como amigo
Não consigo parar de pensar
Não controlo os meus sentimentos
Misturados com arrependimentos
Apenas te quero beijar
Observo-te
Sem proferir palavra
Sorrio
E por dentro o desejo lavra
Sonho
Mas evito pensar
E vivo assim perdida no meu pesar...
Mas não te vejo
Procuro-te
Mas desapareces
Espero-te
Mas não vens
Fiquei perdida no teu encanto
O meu mundo parou
Quando o nosso olhar se tocou
Mas nao me vês no meu recanto
Desejo-te
Mas não sonhas
Quero-te
Mas não te digo
Toco-te
Mas como amigo
Não consigo parar de pensar
Não controlo os meus sentimentos
Misturados com arrependimentos
Apenas te quero beijar
Observo-te
Sem proferir palavra
Sorrio
E por dentro o desejo lavra
Sonho
Mas evito pensar
E vivo assim perdida no meu pesar...
Saltos poéticos
beijo,
desejo,
encantos,
Mais um poema...
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Dança, Dança, Dança
Dança comigo esta noite,
Deixa que o mundo seja nosso...
Leva-me às estrelas
Beija-me na Lua
Faz de mim tua...
Dança comigo esta noite,
Deixa que o instinto te leve.
A paixão nos tome,
Neste sentimento que nos envolve.
Dança comigo esta noite,
Foge comigo
Salva-me de mim mesma
E desta vida de lesma...
Dança comigo esta noite,
que o tempo escassa
E para sempre passa.
Deixa que o mundo seja nosso...
Leva-me às estrelas
Beija-me na Lua
Faz de mim tua...
Dança comigo esta noite,
Deixa que o instinto te leve.
A paixão nos tome,
Neste sentimento que nos envolve.
Dança comigo esta noite,
Foge comigo
Salva-me de mim mesma
E desta vida de lesma...
Dança comigo esta noite,
que o tempo escassa
E para sempre passa.
Saltos poéticos
dança,
lua,
Mais um poema...,
noite
domingo, 12 de maio de 2013
Não-Paixão
Não nego o Amor,
Tarde de mais para o fazer.
Não nego a Atracção,
Ela está em todos os cantos.
Não nego o Desejo,
Ele faz-se sentir todos os dias.
Não nego a Paixão,
Tarde de mais para a esconder.
Mas não vou apaixonar-me,
Não quero!
Não vou sonhar acordada,
Não!
Vou fechar os olhos para não brilharem,
E dar-me todas as desculpas
Para não pensar.
Não, não vou apaixonar-me
Por quem suspiro.
Não vou não!
Não vou apaixonar-me por ti!
Tarde de mais para o fazer.
Não nego a Atracção,
Ela está em todos os cantos.
Não nego o Desejo,
Ele faz-se sentir todos os dias.
Não nego a Paixão,
Tarde de mais para a esconder.
Mas não vou apaixonar-me,
Não quero!
Não vou sonhar acordada,
Não!
Vou fechar os olhos para não brilharem,
E dar-me todas as desculpas
Para não pensar.
Não, não vou apaixonar-me
Por quem suspiro.
Não vou não!
Não vou apaixonar-me por ti!
sábado, 11 de maio de 2013
O Nome
Chamei por ti
Entre as ruas desertas
Procurei por ti
No meio de multidões imaginárias
Será este o nome?
Ou será apenas mais um devaneio?
Busquei pelas pontes
Quis não desejar-te
Proibir-me de dizer teu nome
Castigar meus pensamentos
Minha alma desperta com a tua luz
Sorri com tuas palavras
Sente a falta quando não estás
Desperta quando chegas
Escondi-me para não te ver
Mudei de caminho
Para não me arrepender
Ao dizer teu nome com carinho...
Entre as ruas desertas
Procurei por ti
No meio de multidões imaginárias
Será este o nome?
Ou será apenas mais um devaneio?
Busquei pelas pontes
Quis não desejar-te
Proibir-me de dizer teu nome
Castigar meus pensamentos
Minha alma desperta com a tua luz
Sorri com tuas palavras
Sente a falta quando não estás
Desperta quando chegas
Escondi-me para não te ver
Mudei de caminho
Para não me arrepender
Ao dizer teu nome com carinho...
Saltos poéticos
Mais um poema...,
nome,
proibido
Subscrever:
Comentários (Atom)

