Sinto-me mulher
Sinto que possuo o que quero
Quando quero...
Vejo príncipes encantados de uma noite...
Mas não quero...
Quero o Príncipe!
A noite é sorrateira
O álcool traiçoeiro
E rapidamente transformam
Um momento triste num conto de fadas...
Mas apesar de tudo o tenho de organizar a lua e as suas artimanhas não me enganam...
Pois...
Eu fui feita para ti!
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domingo, 6 de maio de 2012
sexta-feira, 4 de maio de 2012
A história...
Sorrimos
Amamos
Unimo-nos
Desejamo-nos
Adoramo-nos
Distanciamo-nos
Eclipsámos-nos...
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Amamos
Unimo-nos
Desejamo-nos
Adoramo-nos
Distanciamo-nos
Eclipsámos-nos...
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segunda-feira, 30 de abril de 2012
A chuva e o Sol
Um dia a boneca estragou-se...
E o Azul passou a cinza
O Vermelho a negro
O Laranja a cinzento
O Rosa a amarelo
E o arco-íris desapareceu na chuva.
Um dia a boneca acordou...
E o cinza começou a ver o Azul
O Negro o Vermelho
O Laranja a cinzento
O Amarelo a rosa.
Mas a boneca não conseguia alcançá-los
O arco-íris parecia demasiado longe
E a chuva não a deixava sair.
Então a boneca levantou-se
E foi procurar um guarda-chuva...
...e ele partiu-se...
Contudo ela queria o arco-íris
E foi para a rua e depois de encharcada
Começou a ver o Sol lá ao fundo
E sozinha foi caminhando...
E o Azul passou a cinza
O Vermelho a negro
O Laranja a cinzento
O Rosa a amarelo
E o arco-íris desapareceu na chuva.
Um dia a boneca acordou...
E o cinza começou a ver o Azul
O Negro o Vermelho
O Laranja a cinzento
O Amarelo a rosa.
Mas a boneca não conseguia alcançá-los
O arco-íris parecia demasiado longe
E a chuva não a deixava sair.
Então a boneca levantou-se
E foi procurar um guarda-chuva...
...e ele partiu-se...
Contudo ela queria o arco-íris
E foi para a rua e depois de encharcada
Começou a ver o Sol lá ao fundo
E sozinha foi caminhando...
domingo, 29 de abril de 2012
o TEU poema
TU... Somente Tu
Afastaste fantasmas
Tentaste curar feridas
E pintaste um arco-íris...
Um arco-íris que me iluminou
E que eu pintei de cinza...
TU... Somente Tu
Fizeste-me andar nas estrelas
Ensinaste-me as letras
Mostraste-me um mundo...
Um mundo que me ia ajudar
E que eu neguei...
TU... Somente Tu
Fizeste-me sorrir
Amaste-me
Fizeste-me mulher...
Uma mulher que eu já era e completei
Mas que perdi por teimosia e cegueira...
TU... Somente Tu
Fizeste-me acreditar no amor
Ensinaste-me o que não queria ver
Deste-me a maior paciência do mundo
Paciência que eu devia ter aproveitado
E que puxei até queimar algo lindo...
TU... Somente Tu
Não falhas-te
Na realidade ajudas-te
Eu é que estava demasiado ocupada a odiar o mundo...
Por isso HOJE e SEMPRE
Amo-te a ti e acredito que Tu
e somente TU és o tal...
Pode não ser hoje, nem amanhã
Mas iremos voltar a ver o mesmo...
Afastaste fantasmas
Tentaste curar feridas
E pintaste um arco-íris...
Um arco-íris que me iluminou
E que eu pintei de cinza...
TU... Somente Tu
Fizeste-me andar nas estrelas
Ensinaste-me as letras
Mostraste-me um mundo...
Um mundo que me ia ajudar
E que eu neguei...
TU... Somente Tu
Fizeste-me sorrir
Amaste-me
Fizeste-me mulher...
Uma mulher que eu já era e completei
Mas que perdi por teimosia e cegueira...
TU... Somente Tu
Fizeste-me acreditar no amor
Ensinaste-me o que não queria ver
Deste-me a maior paciência do mundo
Paciência que eu devia ter aproveitado
E que puxei até queimar algo lindo...
TU... Somente Tu
Não falhas-te
Na realidade ajudas-te
Eu é que estava demasiado ocupada a odiar o mundo...
Por isso HOJE e SEMPRE
Amo-te a ti e acredito que Tu
e somente TU és o tal...
Pode não ser hoje, nem amanhã
Mas iremos voltar a ver o mesmo...
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Paixão que não vivi
Deixa-me voltar atrás
Viver a paixão que não vivi
Beijar quem não beijei
E ter aquilo que era "proibido"...
Oh tempo deixa-me ir ali
E viver a loucura que não vivi
Aproveitar a lua daquele barco
E assumir que o que lutava era errado...
Oh ventos levai-me para onde me perdi
E deixai-me rasgar a roupa dessa paixão que engoli.
Quero voltar...
Quero soltar-me...
Agarrar o que não agarrei
E esquecer que tinha compromisso
Oh tempo deixa-me
Dá-me a oportunidade
De viver a paixão...
... a paixão numa ilha paradisíaca...
Oh ventos levai-me de volta
À noite em que as cartas deixaram de ser jogo...
... e passaram a ser alguém!
Viver a paixão que não vivi
Beijar quem não beijei
E ter aquilo que era "proibido"...
Oh tempo deixa-me ir ali
E viver a loucura que não vivi
Aproveitar a lua daquele barco
E assumir que o que lutava era errado...
Oh ventos levai-me para onde me perdi
E deixai-me rasgar a roupa dessa paixão que engoli.
Quero voltar...
Quero soltar-me...
Agarrar o que não agarrei
E esquecer que tinha compromisso
Oh tempo deixa-me
Dá-me a oportunidade
De viver a paixão...
... a paixão numa ilha paradisíaca...
Oh ventos levai-me de volta
À noite em que as cartas deixaram de ser jogo...
... e passaram a ser alguém!
Politicamente correcto... sentimentalmente incorrecto
Há o certo e o errado,
O bem e o mal,
Mas é sempre tudo tão simples?
E o políticamente correcto?
Que nos mata por dentro
Obriga-nos a esconder lágrimas
E a mostrar o maior sorriso do mundo...
Que nos mata mais um bocadinho
Quando sorrimos e queremos chorar
Que nos faz ser falsos
Quando queremos desaparecer e aparecemos
Que faz de nós cínicos
Quando a dor é maior que a alegria...
Onde está o branco?
Que nos dias de chuva nos permite ser nós...
...aqueles a quem é permitida a sinceridade...
Politicamente correcto...
...ou será sentimentalmente incorrecto?
Quero berrar,
Irritar-me com o mundo...
Bater o pé
Gritar bem alto que não percebo...
...o que correu mal...
E largar numa esquina qualquer
As regras de etiqueta que me obrigam a sorrir,
A dizer que está tudo bem...
Que me obrigam a ser a cínica que não sou!
Politicamente correcto...

...sentimentalmente incorrecto
O bem e o mal,
Mas é sempre tudo tão simples?
E o políticamente correcto?
Que nos mata por dentro
Obriga-nos a esconder lágrimas
E a mostrar o maior sorriso do mundo...
Que nos mata mais um bocadinho
Quando sorrimos e queremos chorar
Que nos faz ser falsos
Quando queremos desaparecer e aparecemos
Que faz de nós cínicos
Quando a dor é maior que a alegria...
Onde está o branco?
Que nos dias de chuva nos permite ser nós...
...aqueles a quem é permitida a sinceridade...
Politicamente correcto...
...ou será sentimentalmente incorrecto?
Quero berrar,
Irritar-me com o mundo...
Bater o pé
Gritar bem alto que não percebo...
...o que correu mal...
E largar numa esquina qualquer
As regras de etiqueta que me obrigam a sorrir,
A dizer que está tudo bem...
Que me obrigam a ser a cínica que não sou!
Politicamente correcto...

...sentimentalmente incorrecto
Saltos poéticos
Lições de vida
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Ser sem alma
tu não me queres,
Desculpa mas não...
eu estou estragada
Não sou o sorriso que vês todos os dias,
Nem as piadas que trago do quotidiano,
Sou vazia... Sou feita para agradar...
Por isso Não...
Tu não me queres.
Apenas queres a ideia de mim,
A imagem que criaste na tua mente,
De uma perfeição que não existe...
Sou apenas uma miragem,
Um ser que construíste na tua mente,
Que trás um sorriso efémero uma vez por dia...
Por isso te digo,
Tu não me queres
Estou estragada...
Pois sou apenas uma boneca de porcelana...
Capaz de encantar
Mas incapaz de amar...
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Desculpa mas não...
eu estou estragada
Não sou o sorriso que vês todos os dias,
Nem as piadas que trago do quotidiano,
Sou vazia... Sou feita para agradar...
Por isso Não...
Tu não me queres.
Apenas queres a ideia de mim,
A imagem que criaste na tua mente,
De uma perfeição que não existe...
Sou apenas uma miragem,
Um ser que construíste na tua mente,
Que trás um sorriso efémero uma vez por dia...
Por isso te digo,
Tu não me queres
Estou estragada...
Pois sou apenas uma boneca de porcelana...
Capaz de encantar
Mas incapaz de amar...
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