tu não me queres,
Desculpa mas não...
eu estou estragada
Não sou o sorriso que vês todos os dias,
Nem as piadas que trago do quotidiano,
Sou vazia... Sou feita para agradar...
Por isso Não...
Tu não me queres.
Apenas queres a ideia de mim,
A imagem que criaste na tua mente,
De uma perfeição que não existe...
Sou apenas uma miragem,
Um ser que construíste na tua mente,
Que trás um sorriso efémero uma vez por dia...
Por isso te digo,
Tu não me queres
Estou estragada...
Pois sou apenas uma boneca de porcelana...
Capaz de encantar
Mas incapaz de amar...
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terça-feira, 24 de janeiro de 2012
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Doença silenciosa
Consomes-me por dentro,
Sem avisar que vieste.
Destróis-me aos pouquinhos,
E deixas o meu coração aos buraquinhos.
Lá fora ninguém vê que chegas-te,
Ninguém vê que para mim é noite,
Ninguém repara que eu já não sou...
...eu
Sou uma mistura das duas,
As duas faces de uma moeda,
A lágrima e o sorriso...
Fico presa dentro de mim
Retraio emoções
Guardo pensamento
Bloqueio sensações.
E tu?
Consomes-me,
Queres travar-me, prender-me, amarrar-me!
Tornas o meu dia insuportável,
Impedes-me de viver...e de sorrir.
És uma presença que me faz sentir terrivelmente só!
Sem avisar que vieste.
Destróis-me aos pouquinhos,
E deixas o meu coração aos buraquinhos.
Lá fora ninguém vê que chegas-te,
Ninguém vê que para mim é noite,
Ninguém repara que eu já não sou...
...eu
Sou uma mistura das duas,
As duas faces de uma moeda,
A lágrima e o sorriso...
Fico presa dentro de mim
Retraio emoções
Guardo pensamento
Bloqueio sensações.
E tu?
Consomes-me,
Queres travar-me, prender-me, amarrar-me!
Tornas o meu dia insuportável,
Impedes-me de viver...e de sorrir.
És uma presença que me faz sentir terrivelmente só!
terça-feira, 12 de julho de 2011
Além
Sento-me na beira da minha janela e vejo o mundo...
Ali fico, idealizo, espero e desespero...
Queria uma rima fácil,
Daquelas que me enchem a alma,
Queria ser mais dócil
E nunca perder a calma...
Na minha janela há um abismo
Que me tenta inúmeras vezes
Talvez lá a rima seja fácil e me faça sorrir
Talvez no mundo do nada
Eu possa deixar de pensar...
Não sei porque procuro uma rima simples,
Quando para sorrir uma simples rima chega...
Mas gosto de complicar
Porque nada é fácil mas sei facilitar...
Continuo na minha janela
Lá em baixo as pessoas movem-se
Não se apercebem da minha existência
Serei Deus? Observo, estou presente e dou-lhes livre arbítrio...
Não é essa a imagem que temos d'Ele?!
Se calhar é preciso acreditar...
E eu sou apenas alguém que procura um sentido...
Ali fico, idealizo, espero e desespero...
Queria uma rima fácil,
Daquelas que me enchem a alma,
Queria ser mais dócil
E nunca perder a calma...
Na minha janela há um abismo
Que me tenta inúmeras vezes
Talvez lá a rima seja fácil e me faça sorrir
Talvez no mundo do nada
Eu possa deixar de pensar...
Não sei porque procuro uma rima simples,
Quando para sorrir uma simples rima chega...
Mas gosto de complicar
Porque nada é fácil mas sei facilitar...
Continuo na minha janela
Lá em baixo as pessoas movem-se
Não se apercebem da minha existência
Serei Deus? Observo, estou presente e dou-lhes livre arbítrio...
Não é essa a imagem que temos d'Ele?!
Se calhar é preciso acreditar...
E eu sou apenas alguém que procura um sentido...
Margarida Alves
Lisboa 12/07/2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Para onde fui... de onde virei
O Sol desapareceu,
E subitamente a chuva começou,
O momento desvaneceu,
Mas o tempo não parou...
E eu?
Eu fiquei ali,
Não sabia nadar, falar, andar...
Apenas sentia o meu ser a sufocar.
A chuva aumentou,
E o vento levou,
A única esperança
Da brisa que alguém soprou...
E eu?
Perdi-me mais uma vez,
Fiquei sem saber para onde ir,
Pois já não sabia sorrir...
E subitamente!
Pedi um balão para voar,
Uma lufada de ar fresco para escapar,
Algo que me fizesse sentir
Que assim não posso desistir!
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Agonia de viver
Sinto a garganta a fechar,
A respiração a findar,
A vida a latejar,
E o meu ser a enfraquecer...
Não sei que se passa,
Não me apetece sorrir,
Não quero falar,
Muito menos viver...
Quero gritar!
Preciso de chorar...
Enraivecer-me!
Fugir...
Voar!
Desaparecer...
Estou perdida no Caminho,
Deixada na Estrada,
E tudo à volta me chateia,
Estou farta desta Fachada!
Sinto a minha vida a passar,
E eu nela a nadar...
Sinto que vou Sufocar!
E esquecida ficar...
Pois já nem um poema consigo acabar...
A respiração a findar,
A vida a latejar,
E o meu ser a enfraquecer...
Não sei que se passa,
Não me apetece sorrir,
Não quero falar,
Muito menos viver...
Quero gritar!
Preciso de chorar...
Enraivecer-me!
Fugir...
Voar!
Desaparecer...
Estou perdida no Caminho,
Deixada na Estrada,
E tudo à volta me chateia,
Estou farta desta Fachada!
Sinto a minha vida a passar,
E eu nela a nadar...
Sinto que vou Sufocar!
E esquecida ficar...
Pois já nem um poema consigo acabar...
Saltos poéticos
Esta tentativa de poema contém as minhas lágrimas
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Não vou, não fico... sufoco
Cai uma...
Cai outra...
Em menos de um minuto começa a tempestade,
As lágrimas sucedem
Os soluços começam
Lentamente os berros emergem
E assim faz chover uma pessoa...
Lágrimas que não param
Lágrimas que não me largam
Lágrimas que me sufocam
Que desesperam com o meu ser!
Oh quem me dera!
Quem me dera conseguir sorrir
Não desanimar a cada derrota
Não fraquejar no meio do caminho
Não invejar as outras conquistas!
Oh quem me dera!
Quem me dera que parasse de chover,
Ver o sol lá fora e correr,
Correr para o meu sonho
Saber como alcança-lo
E tempestades deixar de fazer...
Cai outra...
Em menos de um minuto começa a tempestade,
As lágrimas sucedem
Os soluços começamLentamente os berros emergem
E assim faz chover uma pessoa...
Lágrimas que não param
Lágrimas que não me largam
Lágrimas que me sufocam
Que desesperam com o meu ser!
Oh quem me dera!
Quem me dera conseguir sorrir
Não desanimar a cada derrota
Não fraquejar no meio do caminho
Não invejar as outras conquistas!
Oh quem me dera!
Quem me dera que parasse de chover,
Ver o sol lá fora e correr,
Correr para o meu sonho
Saber como alcança-lo
E tempestades deixar de fazer...
Saltos poéticos
Oh não mais um poema triste
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Amor doentio
Não me ames,
Que sou auto-destrutiva...
Não me ames,
Que não tenho alma,
O meu amor é doentio,
E o meu ciúme tardio...
Não me ames,
Que o amor comigo é negro...
Não me ames,
Que deprimo,
Que choro dias afim
E vejo problemas sem fim...
Não me ames,
Que sou louca...
Vingativa,
Violenta,
E desatenta...
Não me ames,
Que me entrego a ti,
Como se nunca me visse a mim,
E o teu amor
Será do que viverei!
Não me ames,
Porque amar eu nunca amei,
Não conheço o amor
Nem a liberdade juntos...
Não me ames,
Porque sentirás saudade,
Da louca por quem te apaixonas-te
E um dia amas-te.
Por isso não me ames...Peço-te por favor... deixa-me viver sem o teu amor!
Que sou auto-destrutiva...
Não me ames,
Que não tenho alma,
O meu amor é doentio,
E o meu ciúme tardio...
Não me ames,
Que o amor comigo é negro...
Não me ames,
Que deprimo,
Que choro dias afim
E vejo problemas sem fim...
Não me ames,
Que sou louca...
Vingativa,
Violenta,
E desatenta...
Não me ames,
Que me entrego a ti,
Como se nunca me visse a mim,
E o teu amor
Será do que viverei!
Não me ames,
Porque amar eu nunca amei,
Não conheço o amor
Nem a liberdade juntos...
Não me ames,
Porque sentirás saudade,
Da louca por quem te apaixonas-te
E um dia amas-te.
Por isso não me ames...Peço-te por favor... deixa-me viver sem o teu amor!
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